Como reduzir o tempo de resposta de uma aplicação usando CDN

Como reduzir o tempo de resposta de uma aplicação usando CDN

Quanto tempo um site europeu leva para carregar e aparecer na tela de um usuário brasileiro? Se o acesso for feito em São Paulo e os dados estiverem armazenados fora da CDN (Content Delivery Network), a latência é de 350 ms, ou seja, a informação leva 0,35 segundos para aparecer.

Por meio de uma rede de fornecimento de conteúdo, como o serviço CloudFront da AWS, o tempo de resposta é 17,5 vezes menor, gerando um ganho de performance indiscutível. Tudo depende de como é feito o tráfego da informação, da origem ao usuário final.

O tempo de resposta faz parte do gerenciamento de capacidade da infraestrutura de TI e pode ser compreendido em duas situações: no desempenho da infraestrutura ou na reação a incidentes. Neste texto será abordada especificamente a primeira opção, que diz respeito à performance da rede em que aplicações são operadas. Se o seu negócio opera, por exemplo, baseado no conceito de e-commerce, trafegar dados pela CDN pode ser um diferencial diante da concorrência.

Como explicar a lentidão em uma rede? O problema pode estar nos dispositivos usados para se conectar à internet ou no caminho de rede. Em boa parte das vezes, o problema se resume ao tráfego, que também está sujeito a congestionamentos online. As sobrecargas nos caminhos escolhidos para circulação da informação podem ser traduzidas pelo conceito de alta latência. O que significa que os sites e aplicações demoram mais para carregar.

Para buscar a baixa latência, ou seja, alta performance, é preciso priorizar operações pela CDN.

#O que é a CDN

A CDN é um sistema de cache, uma teia, uma rede de distribuição de conteúdos. E o Amazon CloudFront é um exemplo desse tipo de rede, que tem como objetivos manter o conteúdo próximo do usuário para, então, reduzir o tempo de resposta das aplicações. Lembra do exemplo de um brasileiro em São Paulo acessando um conteúdo europeu? É nesse contexto que a CDN faz a diferença: embora a origem do conteúdo esteja em servidores na Europa, utilizando um serviço como o  Amazon CloudFront, os dados são replicados em caches. O que descentraliza o tráfego de informação e se traduz em baixa latência e alta performance.

#A diferença do conteúdo cacheado

Cachear a informação significa distribuí-la em edge locations. Esses pontos de presença armazenam os dados distribuídos aos usuários, desobrigando o tráfego de conteúdos de passar pela origem. É meio caminho andado para quem navega entre Brasil e Europa. O CloudFront da AWS, por exemplo, cachear dados em mais de 60 pontos de presença espalhados pelo mundo. Três deles estão no Brasil, um no Rio de Janeiro e dois em São Paulo. O que não impede o armazenamento de dados brasileiros, por exemplo, em caches norte americanos.

Cachear conteúdo significa replicar informações. Isso não significa que a sua empresa, ao usar a CDN, esteja colocando réplicas do conteúdo em todos as edge locations. É o uso da informação que define onde e como será feita a replicação do conteúdo. Se usuários brasileiros não acessam sites de Bangladesh, os dados não ficam replicados em caches regionalizados. Isso porque o conteúdo é cacheado sob demanda.

#Como o CloudFront reduz o tempo de resposta

O Amazon CloudFront é um intermediário entre o usuário e a origem da informação. Imagine que os dados de uma empresa ficam alocados em um servidor fora da nuvem e um cliente precisa fazer o download de relatórios sobre o comércio de mercadorias anual. Se a companhia for uma brasileira exportadora de café e o consumidor pertencer ao mercado árabe, o maior comprador desse tipo de commodity, como você facilitaria o acesso à área restrita? Além da tradução da página e da segurança o que conta, neste caso, é a facilidade de tráfego da informação. O relatório anual está no servidor brasileiro. Fora da CDN, o download será feito acionando diretamente o servidor, ocasionando uma queda de performance.

Usando a CDN você pode reduzir o tempo de resposta de qualquer aplicação, entre quaisquer destinos da rede, por três principais razões:

  • O conteúdo é regionalizado

Nos exemplos citados neste texto, o fato de o conteúdo não estar regionalizado pode gerar indisponibilidade e alta latência. Isso mesmo, como os dados não estão replicados além da origem por meio da CDN, eles acabam sujeitos à instabilidade e à pior consequência da distância: a lentidão. Com o conteúdo regionalizado, a informação fica próxima do usuário.

  • A resposta vem de perto

Esqueça o datacenter único, porque a CDN distribui a informação entre caches, pulverizando-as pelo mundo. Desse modo, os dados não têm apenas um caminho a para o tráfego, mas vários.

  • A informação sempre trafega pelo caminho mais curto

Em meio aos trajetos possíveis, existe a opção de escolher sempre o mais curto ou, até mesmo, o mais barato. Entre Europa e Brasil, o tráfego mais direto passa por edge points brasileiros, dependendo de onde estiver o usuário. Se ele estiver na Bahia, o caminho passa por São Paulo. Mas se acesso vier do Rio grande do Sul, é provável que a informação passe pelo Rio de Janeiro. A não ser que a empresa fornecedora de informação escolha operar em pontos de CloudFront mais baratos, como os dos EUA.

Adotar a operação de dados por meio da CDN reduz o tempo de resposta. Isso porque, essa rede oferece o melhor caminho para o tráfego das informações de qualquer empresa e a BRLink tem a parceria ideal para colocar a seu negócio em alta performance por meio do uso do Amazon CloudFront.

 

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