Acesso ao Webinar – App Modernization na AWS

Conforme a migração para nuvem acelera, é essencial que as empresas busquem modernizar suas arquiteturas de aplicações. Por mais comum que pareçam, sistemas legados podem ser uma barreira nesta jornada, dificultando projetos ou ainda os impedindo de acontecer.

Empresas que modernizam suas aplicações estão um passo à frente, uma vez que obtém melhora na qualidade de entregas, na liberação de novas funcionalidades e na eficiência de forma geral. A AWS é referência em apoiar clientes na modernização de aplicações, contando com uma estrutura moderna e com foco em inovação. Entenda como funciona o processo de modernização na AWS:

Padrões de Arquitetura

Em 2000, a Amazon obteve a primeira lição sobre modernização de aplicações: o desacoplamento. A empresa não tinha agilidade suficiente para fazer o deploy e entrega de novas funcionalidades do seu e-commerce e entendeu que para tornar isso possível precisava sair do “monolito” e migrar para um ambiente orientado a microsserviços.

Diferente da arquitetura monolítica, os microsserviços tratam de desacoplar componentes, ou seja, criam peças menores, com uma menor responsabilidade e que podem ser operadas de modo mais simples pelo que a Amazon chama de “2 Pizza Teams”. Esse conceito diz que um time deve ter o número de pessoas suficiente para ser alimentado por duas pizzas, ou seja, apenas 8 integrantes.

Além de ter tamanho adequado para garantir alto desempenho, é importante que o time tenha propriedade e responsabilidade total sobre determinada peça, o que está atrelado a cultura de DevOps. Assim, quem desenvolve também opera e resolve os próprios eventuais problemas. Além de ajudar na independência do time e mitigar quebras de contratos de API’S, essa estratégia, acelera a entrega de recursos, permite ambientes mais estáveis e estimula a inovação para gerar valor (em vez de corrigir/manter).

Modelo Operacional

Arquiteturas cloud-native contribuem para melhor prática de DevOps e entrega contínua (continuous delivery). Elas são como pequenas peças, pouco ou nada acopladas e geram menos riscos, além de permitirem a criação com serviços disponíveis em nuvem.

Os serviços cloud-native conseguem fornecer menos esforço administrativo dentro do serviço. Ao contrário disso, no modelo de Data center, é preciso subir uma máquina virtual, instalar algum serviço de banco de dados, monitorar a camada de sistema operacional, atualizar patches, entre outras atividades.

Já no modelo operacional serverless, toda essa camada de responsabilidade é extraída pelo provedor, nesse caso, pela AWS. Nesse ecossistema, o esforço administrativo de quem desenvolve é menor e, por consequência, se obtém mais tempo para focar verdadeiramente em aplicações e no desenvolvimento de novas funcionalidades.

Apesar da associação natural com o recurso AWS Lambda, é preciso entender que o conceito serverless se expande para outras categorias de serviços. Dessa forma, pode-se destacar pelo menos quatro importantes características e vantagens de utilizar essa arquitetura: sem gerenciamento de infraestrutura, pagamento conforme o uso, escala automática e alta disponibilidade e segurança.

Mudanças na entrega de software

Quando falamos sobre mudanças na entrega de software, basicamente nos referimos a um universo orientado a práticas de CI/CD. A integração contínua e entrega contínua permitem monitoramento e automação continuada a todo o ciclo de vida de uma aplicação, desde a fase de teste e integração até entrega e operação.

Existem apenas dois cenários de ciclo de vida de desenvolvimento na atualidade. De um lado, o ciclo de vida da aplicação monolítica, do outro, de microsserviços. Neste segundo, temos 2 pizza teams desenvolvendo pequenas peças, onde cada um deles tem um pipeline independente e respeitam o contrato de API’s. Caso seja preciso fazer alguma alteração, esse time é orientado a versionar e documentar a API.

Desse modo, temos milhares de times estruturados em “2 Pizza Teams”, desenvolvendo microsserviços e usando práticas de CI/CD, somado a arquitetura serverless. Com essa fórmula, a AWS identificou que é possível atingir mais de 60 milhões de deploys por ano, entregando funcionalidade para o cliente o tempo todo.

Estamos testemunhando uma mudança de paradigma

Em estudos atrelados a disponibilidade dos provedores de serviço, a AWS aparece no topo como uma empresa com o menor downtime entre todos os provedores. Além disso, em 2018, a gigante entregou 1957 novas funcionalidades para seus clientes.

Como um exemplo de modernização e resiliência, a AWS tem como objetivo automatizar e abstrair o máximo possível, de modo que os clientes possam focar em desenvolver aplicações para seus negócios. Por isso, a empresa resumiu um processo de modernização de sucesso nas seguintes etapas:

  • Desacoplar sistemas;
  • Foco na lógica de negócio;
  • Lançar funcionalidades mais rápido;
  • Inovar com mais frequência;
  • Construir produtos melhores;
  • Entregar mais valor para os clientes

Quer ver o webinar completo e conhecer alguns casos de uso comum no processo de modernização de aplicações? O Webinar esta disponível no link

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