Como CDN pode ajudar a escalar a minha aplicação?

Como CDN pode ajudar a escalar a minha aplicação?

Sempre inovando em streaming, a Netflix constantemente lança para seus usuários conteúdos próprios e novos enredos, gerando a necessidade de investir na otimização dos recursos de tecnologia. Você mal assistiu Stranger Things e já chega The OA e inicia-se mais uma maratona em frente à tela do tablet, do notebook ou da TV. Sempre que lança algo novo, a Netflix está preparada para escalar a quantidade de requests, que correspondem a cada clique do usuário nas páginas de conteúdo. O site é a interface principal entre serviço e clientes. Basta sair o trailer de uma nova série para os usuários se manifestarem nas redes sociais, aumentando consideravelmente o número de acessos. Em 2017, vem a segunda temporada de Sense8 muito esperada, já que a primeira foi ao ar em 2015. Mas como será que a Netflix se prepara para corresponder a tantos acessos?

Para a informação estar disponível a um número crescente de usuários é preciso escalabilidade, ou seja, possibilidade para crescer e expandir o tráfego de dados conforme a necessidade. Quanto mais acessos ou requests as páginas de uma empresa recebem, mais importante é investir em recursos que forneçam a possibilidade de escalar informações, como a CDN (Content Delivery Network), que permite cachear os conteúdos e aumentar também a disponibilidade. O modo de operação dessa rede organiza o tráfego de dados, gerando escalabilidade, reduzindo o tempo de resposta e fornecendo baixa latência.

Veja como a nuvem Amazon Web Services (AWS) promoveu otimização nas aplicações da NetFlix ao distribuir conteúdo pela CDN e imagine como essa rede de distribuição de dados pode contribuir para ajudar a escalar suas aplicações.

#A Netflix está na nuvem AWS

Em janeiro de 2016, a Netflix completou a transição para a nuvem AWS, o que levou sete anos para ocorrer por completo, um momento marcado pelo fechamento do último data center voltado às aplicações de missão crítica. Desde 2008, a rede de streaming precisou escalonar um número de usuários oito vezes maior, que demandou três vezes mais acessos, com a constante exigência de baixa latência. A nuvem AWS foi escolhida para abrigar os aplicativos desenvolvidos totalmente na lógica cloud computing, porque agrega possibilidade de expansão à amplitude de serviços e recursos.

“Foi necessário tempo e muito trabalho para transformar a Netflix em uma empresa que é nativa da nuvem, mas isso nos colocou em uma posição muito melhor para continuar a crescer e nos transformar em uma rede de TV mundial”.

[Yury Izrailevsky, vice presidente da Netflix]

 

#O desafio da escalabilidade com CDN

Na Amazon, a Netflix conta com uma rede CDN própria, chamada Open Connect. Os arquivos com filmes ainda permanecem em servidores on premises, mas operados em aplicações na nuvem AWS. Isso significa que parte do armazenamento é local, porém, os sistemas de distribuição são virtualizados na nuvem e distribuídos pela rede CDN. A Netflix optou por operar o modelo de cloud híbrida, com arquivos em servidores locais e aplicações de missão crítica em nuvem.

Mas como a CDN ajudou a escalar o acesso a filmes e séries? Você já deve ter percebido que a Netflix é diferente para cada país, oferecendo conteúdos direcionados. Não há motivo para distribuir na Rússia filmes e séries que são de interesse dos brasileiros, que possivelmente não contam com legendas em russo. Essa escolha ajuda a organizar o tráfego de informações porque o conteúdo é cacheado em edge points mais próximos de onde é acessado. Os arquivos são centralizados em servidores físicos nas dependências da empresa e repetidos em caches próximos dos seus usuários finais. O que acaba organizando o tráfego de dados, permitindo número de acessos crescente por meio da regionalização do conteúdo.

Pela CDN é possível operar a otimização da distribuição, resultando em baixa latência, ou seja, menos tempo de espera para carregar os vídeos. A sua empresa talvez não precise de uma CDN própria, mas pode contar com o serviço Amazon CloudFront, da AWS, na tarefa de desonerar o servidor durante os acessos ao site e a conteúdos que você armazena tanto em casa quanto na nuvem.

#Escalar a entrega sem onerar os serviços de origem

A grande sacada da Netflix ao usar a CDN foi conseguir escalabilidade sem onerar o servidor de origem dos arquivos, reduzindo o downtime. Com o servidor em casa, a rede de streaming não conseguiria o crescimento que alcançou ao migrar os aplicativos de missão crítica para a nuvem. Em 2008 era muito mais comum o serviço ficar fora do ar ou entregar conteúdo com alta latência tempos longos de resposta entre a solicitação do usuário e o carregamento completo do vídeo.

Imagine milhares de pessoas acessando um único arquivo no seu servidor. Agora pense na otimização pela CDN, que pulveriza esse acesso ao cachear conteúdos de forma regionalizada. Essa estratégia garante, por exemplo, que seu site não caia e ainda carregue com mais rapidez.

A CDN pode ser o elemento que falta para que a sua empresa cresça na era cloud computing. Se seus sistemas e aplicativos de missão crítica sofrem quedas nos momentos em que são mais requisitados, migre para a AWS e utilize o serviço Amazon CloufFront, com a ajuda de um parceiro especializado, capaz de fornecer o apoio estratégico ideal para a otimização dos seus processos, como a BRLink.

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