Hospedagem de aplicações: trabalhar localmente, na nuvem ou de maneira híbrida?

Hospedagem de aplicações: trabalhar localmente, na nuvem ou de maneira híbrida?

O mercado de cloud computing está crescendo a um ritmo acelerado no Brasil e no mundo. Com a popularização dessa tendência, surge uma dúvida bastante comum na cabeça de gestores de TI: afinal, devo trabalhar localmente ou na nuvem? A grande questão está em descobrir onde você realizaria a hospedagem de aplicações e optaria por uma dentre três modalidades disponíveis: local, híbrida ou integralmente na nuvem.

  • Servidor local: é aquele que, através de ferramentas de virtualização, executa aplicações localmente na própria infraestrutura interna da companhia;
  • Arquitetura híbrida: neste modelo, suas operações computacionais são divididas entre um servidor local e uma estrutura na nuvem;
  • Cloud computing: modelo em que a hospedagem de aplicações, tal como o armazenamento de dados, são feitos integralmente na nuvem.

Se você ainda está em dúvidas sobre qual modelo escolher, basta conhecer mais a fundo as vantagens da cloud computing e observar as tendências tecnológicas, que apontam para um futuro no qual soluções computacionais corporativas são 100% remotas.

Mais flexível e escalável do que a infraestrutura local

Embora seja o modelo mais tradicional e ainda adotado por muitas companhias, fazer a hospedagem de aplicações de forma local é uma prática dispendiosa e arriscada. Optando por tal método, será necessário um alto investimento inicial na aquisição de hardware (servidores) e softwares (ferramentas de virtualização e gerenciamento), além de uma estrutura capaz de manter essa configuração sempre disponível (geradores de energia elétrica, sistemas de refrigeração etc.).

Além disso, um ambiente computacional local não é flexível ou escalável — seu poder de processamento e capacidade de armazenamento de dados permanecerá sempre o mesmo, sendo necessária a sua substituição por soluções mais tecnológicas (e caras) caso haja demanda. De forma inversa, é possível que sua configuração local fique ociosa em determinados momentos, fazendo com que você tenha investido em mais poder de processamento do que é realmente necessário.

Modelo híbrido: um passo para o futuro

Podemos encarar a arquitetura híbrida como um momento de migração das empresas que estão decidindo se irão trabalhar localmente ou na nuvem. É uma fase de transição, que geralmente ocorre quando a infraestrutura local da companhia já não dá mais conta do serviço e é preciso encontrar uma forma mais rápida e econômica de expandir sua capacidade de processamento e armazenamento.

A Amazon Web Services (AWS), por exemplo, desenvolveu uma série de ferramentas para auxiliar quem está passando por essa transição. Estamos falando de soluções como o Storage Gateway — que possibilita a integração de dados de um servidor local com um servidor remoto — e o Snowball — que transporta informações de uma infraestrutura local para a nuvem na escala de petabytes.

Executando aplicações na nuvem

Finalmente, temos a opção de se trabalhar integralmente na nuvem. São diversas as vantagens da cloud computing, sendo a principal delas a elasticidade e a flexibilidade. É possível aumentar ou reduzir sua infraestrutura remota em questão de segundos, ligar ou desligar instâncias de acordo com a demanda e contratar mais poder de processamento caso sua empresa cresça mais do que o esperado. É uma solução ajustável na qual você só investe o quanto usa.

Além disso, realizar a hospedagem de aplicações na nuvem é muito mais simples e seguro. Serviços como a Amazon Elastic Compute Cloud (EC2) e a Amazon Simple Storage Service (S3) lhe permitem criar uma arquitetura de trabalho personalizada, executando quaisquer sistemas operacionais e trabalhando como diversas linguagens de programação. Tudo isso com a garantia de uma infraestrutura redundante e com alta disponibilidade.

É impossível falar sobre cloud computing sem citar redução de custos, e isso é um dos pontos que precisam ser colocados na ponta do lápis caso você esteja decidindo se irá trabalhar localmente ou na nuvem. Migrando sua operação para um servidor remoto e contratando um parceiro de outsourcing de TI, elimina-se ou diminui-se uma série de gastos, como energia elétrica e treinamento de pessoal.

Migrando com o parceiro certo

Após conhecer as vantagens da cloud computing, fica fácil escolher se você vai trabalhar localmente ou na nuvem. Uma infraestrutura remota é o caminho mais inteligente para realizar a hospedagem de aplicações críticas ao seu negócio, otimizando seus investimentos e garantindo sua competitividade no mercado. Para isso, conte com a ajuda de um parceiro experiente e confiável, como a BR Link, para planejar sua migração e te ajudar no gerenciamento de seus dados na nuvem.

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